sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Abordando a Videodança!

Queridos alunos,

De acordo com alguns questionamentos nas nossas últimas aulas, achei este texto sobre videodança  no wikidança, mais precisamente no :  http://wikidanca.net/wiki/index.php/Videodan%C3%A7a  

Pra quem não conhece o wikidança é igual a wikipedia só que de dança.... Um ótimo lugar pra pesquisar sobre tudo que vc tiver curiosidade sobre dança! E está em português!

Mando logo depois do texto, neste post também alguns vídeos que mostrei em aula !


A videodança como linguagem1 surgiu no início dos anos 70. No início, o vídeo associado à dança era uma forma de registro, uma vez que a dança sofre uma dificuldade histórica nesse aspecto. Por ser fruto de uma criação corporal, a dança tem uma premissa presencial muito peculiar, e mesmo o balé clássico que compôs uma gramática própria, ou as notações de Rudolf Laban que também são resultados da tentiva de sistematizar um método de trabalho físico, o desenvolvimento da dança sempre esteve atrelado ao instante do movimento, tornando difícil para os pesquisadores e criadores seu registro pela escrita ou imagem estática. A possibilidade de filmar e reproduzir os movimentos realizados por bailarinos trouxe, num primeiro momento, a inovação do estudo técnico da dança, expansão e repetição do conhecimento dessa área. As experiências inaugurais do vídeo com a dança, portanto, são do campo do utilitário.


Num segundo momento, o vídeo deixa de ser apenas um meio de registro e reprodução e passa a ser parte componente de uma criação. As primeiras experiências nessa direção são atribuídas por pesquisadores da área principalmente ao coreógrafo Merce Cunningham. Sua primeira videodança foi Westbeth, produzida em estúdio pelo filmmaker Charles Atlas, no outono de 1974, e lançada em 1975. Estava inaugurada a parceria entre os dois artistas, que geraria muitas outras obras. Westbeth é uma colagem de seis partes e foi baseada na constatação de que a televisão muda o nosso modo de olhar e altera nossa sensação de tempo. A diferença da videodança para o registro de dança é quando o artista se apropria da mídia utilizada, a partir de seus (mídia) valores estéticos e poéticos. Nesse aspecto, o uso do vídeo passa a ser também artístico.


A videodança é um dos possíveis resultados da interferência da tecnologia no fazer artístico de dança. Podemos atribuir seu desenvolvimento a fatores relacionados à facilidade de acesso a artefatos técnicos como filmadora, computador e internet, provenientes do avanço tecnológico em nossos dias, ou ainda à interdisciplinaridade cada vez mais evidente entre diferentes lnguagens artísticas. No entanto, para que facilite a compreensão desse conceito, ainda em construção, será apresentado de forma introdutória, um estudo da pesquisadora Maíra Spanghero que classificou e delimitou a videodança em três tipos.


1. A videoarte surgiu quando Nam June Paik, em 1965, filmou a Comitiva Papal de dentro de um táxi na Quinta Avenida, em Nova York, e na mesma noite apresentou o vídeo como seu trabalho artístico num encontro no Cafe a-Go-Go. Informações adicionais: o vídeo surgiu em meados dos anos 60, a TV nos anos 50 e a TV em cores em 1968. (SPANGHERO, pág. 38, 2003)



Terminologias para videodança:

Segundo Spanghero, a terminologia engloba três tipos de prática: o registro em estúdio ou palco, a adaptação de uma coreografia preexistente para o audiovisual e as danças pensadas diretamente para a tela. O primeiro tipo de prática nada mais é do que a gravação da coreografia original com uma ou mais câmeras sem que esta sofra alterações significativas. A câmera guia o nosso olhar para ver melhor a coreografia, com detalhes e distâncias que não veríamos na platéia do teatro, mas não promove um outro pensamento além do registro. O segundo tipo de prática entre imagem e dança é a adaptação ou transdução de uma coreografia preexistente para outro meio, que é a captura da câmera e o ambiente do computador. A terceira forma de relacionar dança e imagem é chamada, em inglês, de screen choreography: são as danças concebidas especialmente para a projeção na tela. Esta prática implica a passagem da dança de um suporte para outro, como nos demais casos, mas concebida como um processo carregado de transformações que constroem novos conceitos. São danças criadas para o corpo do vídeo e para o olho que se habituou a conviver com televisão, vídeo e cinema.


"Como na prática anterior, o que interessa primordialmente é que a câmera dance com o
bailarino e que o bailarino se coloque no espaço e no tempo da câmera. No olhar da câmera.
Quando a dança é captada pelo olho da imagem, ela ganha uma outra existência. Na realidade,
este jogo adaptativo permite o florescimento de novas práticas para a dança e a modificação
do corpo."(SPANGHERO, pág. 38, 2003)


Expandindo esta classificação, há ainda outro tipo de prática que envolve o movimento do corpo e o audiovisual: danças que acontecem no palco com a presença de projeções, capturadas ou não em tempo real. Talvez a videocenografia e demais formas de relação entre o corpo que dança e as câmeras também constituam outras ocorrências, ou subsistemas, neste panorama.


Texto tirado tirado da Wikidanca


Vídeodanças:



One flat thing reproduced de William Forsythe:








Amelia de Edouard Lock:






quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Hoje tem lançamento do livro do ENDANÇA no Museu da República!



É hoje gente!
O lançamento do livro ENDANÇA 35 ANOS!
Quinta-feira, dia 20/08, agorinha, às 20h no Museu da República!


O livro conta parte importante da história da dança contemporânea em Brasília e no Brasil!!!







Para quem não conhece o EnDANÇA:

Criado em 1980, por Luís Mendonça e Márcia Duarte, em Brasília! O Grupo EnDança é um dos mais conhecidos e respeitados grupos de dança contemporânea do Brasil. Depois de um período crítico para o país esta nova geração da dança dedica-se às experimentações, à pesquisa de maneiras de expressar-se. Calcado na proposta de pesquisa do movimento, o EnDança traça seu caminho, extrapolando o território do Centro-Oeste e fazendo seu nome no Brasil.


Muito da base do grupo tem a ver com as influências de seu criador, Luís Mendonça, e da convivência e trabalho que ele desenvolveu por quatro anos com o bailarino tcheco Zdnek Hample. Investigações focam dança com ênfase nas possibilidades físicas do corpo em espaços não-convencionais. Começa-se a explorar então a exausatão, as sensações e através de laboratórios que focavam as experiências sensoriais, surgem vivências, reflexões e discussões que sustentam o trabalho do grupo.


As aulas, as experiências individuais dos bailarinos nos laboratórios, somavam-se para a criação da cena. Assim, Luís Mendonça, que assume a pesquisa focada na engenhosidade do movimento, somando os gestos cotidianos às experiências sensoriais, une-se à Márcia Duarte que por sua vez, trazia o feminino para a cena e seu interesse pela construção dramática.Juntos, constrõem os pilares que mantiveram o grupo por 15 anos.


Entre os integrantes destacam-se: Cristina Moura,  Giselle Rodrigues, Eveline Moura, Selma Alves, Viviane Rodrigues e Sérgio Pessanha (iluminador).

Saiba mais sobre a produção do grupo em: 

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Hoje e amanhã tem dança no Festival Cena Contemporânea no Teatro da Caixa: D’Eux #2 e Gravitè (França)!


D’Eux #2 e Gravitè de Fabrice Lambert (França)

19 e 20 de agosto, às 21h
Teatro da Caixa
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)

TEMPO DE DURAÇÃO: 67 min
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos

Apresentação da performance D’Eux #2 (22 min) no hall do Teatro da CAIXA e, após intervalo de 20min, espetáculo Gravité (25 min), no palco do Teatro.







D’Eux #2 dá sequência aos questionamentos abordados por Fabrice Lambert em D’Eux, que ele apresentou no Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine-Saint Denis, em 2008. O artista inspira-se na obra de Malevitch – especialmente no quadro ‘Quadrado negro sobre fundo branco’ (1913-1915), que consagrou o artista como ícone da arte moderna – para trabalhar o tema da abstração. Utiliza o próprio corpo como matéria e cor, trabalhando o ton sur ton, numa dança que joga com a gravidade, brincando com a percepção e fazendo ressurgir, do corpo do intérprete, as energias que o colocam em movimento.




‘Gravité’ é, ao mesmo tempo, uma instalação e uma coreografia para um corpo apoiado sobre um plano de água de 5 m x 5 m. Luz e som se cruzam constantemente para revelar ao espectador os movimentos mínimos que ocorrem no corpo e na água, constituindo uma unidade, graças a um processo que produz uma imagem gráfica, sem recorrer a uma projeção de vídeo. Com o trabalho, Lambert provoca um sentimento quase hipnótico, de um homem que, parecendo estar imerso na água, caminha e se movimenta sobre ela.




FABRICE LAMBERT – Formado pelo Centre National de Danse Contemporaine d’Angers, funda, em 1996, L’Expérience Harmaat, junto com Yuha-Pekka Marsalo. Atua como intérprete em diferentes companhias até estruturar e assumir a direção de L’Expérience Harmaat, dentro da qual exerce seu trabalho de pesquisa e criação. O local funciona como cruzamento de projetos e linguagens, absorvendo a experiência sobre conceitos do movimento em diversas áreas, como artes plásticas, dança, música, engenharia etc.




D’Eux #2

Concepção e interpretação: Fabrice Lambert

Direção de luz: Ivan Mathis

Direção de som: Marek Havlicek

Produção e difusão: Olivier Stora

Produção: L’Expérience Harmaat

Fabrice Lambert esteve em residência no Centre National de la Danse, em parceria com o Département de la Seine-Saint-Denis. L’Expérience Harmaat é patrocinado por DRAC Île de France, Département de la Seine Saint-Denis e l’Institut Français para turnês internacionais.




Gravité

Concepção, dispositivo e interpretação: Fabrice Lambert

Dispositivo: Guillaume Cousin

Direção de luz: Ivan Mathis

Direção de som: Marek Havlicek

Produção: L’Expérience Harmaat

Coprodução: Le Manège, Scène Nationale de la Roche sur Yon, Scène Nationale de Reims, Festival Uzès Danse, com o apoio da direção regional de cultura da Île-de-France – Ministério da Cultura e da Comunicação da França.




OS ESPETÁCULOS SÃO APRESENTADOS COM APOIO DA EMBAIXADA DA FRANÇA









Veja mais sobre o festival: http://www.cenacontemporanea.com.br



domingo, 9 de agosto de 2015

Esta semana do dia 10/08 à 16/08 estarei no Rio fazendo um curso, mas vai ter aula normalmente!

Queridos alunos, durante esta semana  haverá aula normalmente enquanto vou ao Rio de Janeiro para acompanhar um festival de videodança: o Festival Dança em Foco e fazer o curso " Filmar para a edição; editar para a dança" com Simon Fildes. 

O  bailarino e ator Raoni Carricondo que dança na Companhia me substituirá nas aulas de inciantes. Nas aulas de intermediário/avançado ele junto com a bailarina Marcela Brasil (que dançou na Companhia por 10 anos) estarão conduzindo as atividades nas terça, quintas e sexta dessa semana! 

Não faltem, planejamos as atividades para dar continuidade ao que estamos desenvolvendo e  aproveitem as especificidades desses artistas que podem contribuir com outros conteúdos e metodologias pra sua formação! Nos encontramos semana que vem! Boa semana de aula!


Conheça o festival e o curso que vou fazer, acesse: www.dancaemfoco.com.br 

   

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Ainda sobre Dança em Domicílio

A discussão/ apreciação na segunda-feira foi incrível! Muito bacana ouvir os depoimentos sobre o trabalho Dança em Domicílio da Claudia Muller.

Olhem um dos vídeos que falamos :
Fora de Campo

Fora de Campo (2007) de Valeria Valenzuela e Claudia Müller from Valeria Valenzuela on Vimeo.
A videodança parte da experiência de entregar dança contemporânea em locais onde ela não é esperada, procurando espaços despercebidos, brechas no cotidiano. Busca-se a reconstrução desse acontecimento por meio do olhar daqueles que o vivenciaram, mergulhando no que persiste em cada um após a passagem desse corpo em movimento. O resgate do ponto de vista do observador torna presente a obra que permanece no fora de campo.
Produção viabilizada pelo Programa Rumos Itaú Cultural Dança 2006-2007




 E olha outro sobre o dança em Domicílio que achei na internet:

Dança Contemporânea em Domicílio from Cláudia Müller on Vimeo.
Dança Contemporânea em Domicílio propõe “entregar” dança contemporânea em locais onde ela não é esperada, buscando espaços despercebidos, brechas no cotidiano.
Uma dança que se importa menos com movimentos concretos e mais com os espaços imaginários abertos no encontro com o espectador - consumidor: qual o lugar deste ofício, como é percebido, quais seus recursos, qual seu alcance, como é remunerado ?
Qualquer pessoa pode solicitar gratuitamente Dança Contemporânea em Domicílio em qualquer lugar que queira recebê-la (em sua casa, escritório, loja, mercado, em uma praça, no café que freqüenta, etc).

https://vimeo.com/28417970







Se quiser saber mais sobre a artista: http://www.claudiamuller.com/danca.htm



quinta-feira, 23 de julho de 2015

Agora mesmo ás 20h no SESC garagem, entrada franca: "O Silêncio e o Caos" de Dielson Pessoa

Corre que ainda dá tempo!

O Silêncio e o Caos, DIELSON PESSOA / PERNAMBUCO, hoje ,Quinta - feira, dia 23 de julho às 20 horas, no Sesc Garagem.

Distribuição dos ingressos à partir das 19 horas na bilheteria do teatro.





O espetáculo:


O Silêncio e o Caos tem como ponto inicial uma experiência psicológica vivida pelo próprio Dielson Pessoa e trata da questão como algo inerente ao humano. Abre um leque de discussões sobre as psicoses, levando o público a perceber que essas duras passagens são muito enriquecedoras, principalmente quando vistas por um prisma respeitoso e longe de preconceitos.


O elemento disparador ou conteúdo deste solo está presente em âmbito universal, uma vez que muitas pessoas passam por situações similares e, por medo ou preconceito, evitam expor suas tragédias pessoais. O fato de ter bipolaridade e poder investigar e comentar sobre esse problema auxilia no processo de autoconhecimento e fortalecimento do indivíduo, deslocando o assunto para uma questão da sociedade, e não mais como único e pessoal.



O grupo:

DIELSON PESSOA / PERNAMBUCO

Dielson Pessoa Melo, recifense, foi convidado a participar da Companhia de Dança Deborah Colker aos 18 anos e integrou o Balé da Cidade de São Paulo (2006-2008). Em 2007, foi premiado como melhor bailarino pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Aos 22 anos, já havia se apresentado para alguns dos maiores coreógrafos do mundo, como Ohad Naharin (Israel), Mauro Bigonzzett (Itália), Itzik Galil (Holanda), Luiz Arrieta (Argentina), Cayetano Soto (Espanha) e Jorge Garcia (Brasil).




A ficha técnica:

DIELSON PESSOA

Bailarino-criador


DIELSON PESSOA

Direção e Coreografia


GUSTAVO SILVESTRE

Figurino


JATHYLES MIRANDA

Iluminação


LUCAS FERRAZ

Trilha sonora original


LUCAS FERRAZ

Intervenções ao vivo


CYRO MORAIS

Produção




Uma oportunidade: Oficina:


O CORPO NA CENA

Data: 24 de julho, sexta - feira

Horário: de 09 horas às 17 horas

Local: SESC Presidente Dutra Setor Comercial Sul sala de dança 6º andar.


Público: Atores, bailarinos, estudantes de Artes Cênicas e pessoas com alguma experiência em dança

Vagas: 30

Duração: 6h

Ministrantes: Dielson Pessoa

A oficina tem como objetivo qualificar por meio do aprendizado de técnicas de dança contemporânea e teatro físico as potências e virtudes cênicas dos participantes.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Urgente: A aula de quarta-feira dia 22/07 não vai ser na sala de balé! Vai ser diferente com Dança Contemporânea em Domicílio de Claudia Muller !

Sobre o Dança Contemporânea em Domicílio:

O projeto Dança Contemporânea em Domicílio consiste em agendar e receber uma apresentação de dança em casa! É como uma dança delivery!

Dança Contemporânea em Domicílio propõe “entregar” dança contemporânea em locais onde ela não é esperada, buscando espaços despercebidos, brechas no cotidiano.



Uma dança que se importa menos com movimentos concretos e mais com os espaços imaginários abertos no encontro com o espectador - consumidor: que faz pensar sobre: qual o lugar deste ofício, como é percebido, quais seus recursos, qual seu alcance, como é remunerado?

Qualquer pessoa pode solicitar gratuitamente Dança Contemporânea em Domicílio em qualquer lugar que queira recebê-la (em sua casa, escritório, loja, mercado, em uma praça, no café que freqüenta, etc).

O Dança Contemporânea em Domicílio foi criado em 2004, pela bailarina e coreógrafa paulistana Cláudia Müller e além de passar por algumas cidades brasileiras, já foi realizado na Espanha e no Marrocos. Aqui em Brasília suas entregas/apresentações estão dentro da programação do 
Palco Giratório promovido pelo SESC! E já está com a agenda lotada por isso nem divulgo aqui o número de telefone pra agendar....

Mas tem uma chance de vc ver este trabalho:


Sobre a aula de quarta-feira dia 22/07 :


Olha aí gente, pra quem faltou aula passada, amanhã, quarta-feira, dia 22/07 vamos fazer uma atividade diferente! A aula vai ser em outro lugar!

Marcamos de ir à casa de Marcelle Lago, uma amiga minha que encomendou uma entrega do Dança Contemporânea em Domicílio  pras 19h ! A casa dela é na smpw! Então, todos do Núcleo de Formação da Anti Status Quo Companhia estão convidados. Não posso passar o endereço dela por aqui, mas marcamos de sair de comboio lá do estacionamento da sala de balé ás 18h. Quem quiser ir junto chegue lá umas 17:50 por favor.  Tem 4 carros, então se vc não tiver como ir pode pegar uma carona em um desses carros!!! Qualquer coisa me liguem: 96454443 ou mandem uma mensagem in box pelo facebook, por lá posso passar o endereço!



Para saber mais sobre este trabalho e outros da Claudia Muller :


http://www.claudiamuller.com/

Veja o vídeo sobre o Dança Contemporânea em Domicílio:

https://vimeo.com/28417970







domingo, 19 de julho de 2015

Ajudando a divulgar: SIMILITUDO do Projeto Pés em Taguatinga, hoje é o último dia no Teatro SESC Paulo Autran! Confiram!


Pessoal de Taguatinga! Hoje é o último dia! Não percam!



Conheça mais sobre o Projeto Pés?:

http://www.projetopes.com.br/
https://www.facebook.com/projetopes?pnref=story


Serviço

Espetáculo :SIMILITUDO
Grupo: Projeto PÉS? - Teatro-Dança para Pessoas com Deficiência
De 17 a 19 de Julho de 2015
Sex e Sáb 20h | Dom 18h
Teatro SESC Paulo Autran - Taguatinga Norte
Entrada: R$10,00 - Informações: 8119.9443






terça-feira, 14 de julho de 2015

Programe-se para este final de semana: Cia Dos á Deux com o espetáculo Irmãos de Sangue no Teatro da Caixa!

























Outra oportunidade de ver um trabalho de corpo e movimento bem bacana: o espetáculo "Irmãos de Sangue da Cia Dos à Deux" por 10,00 reais a meia, mais barato do que ir ao cinema, gente!

Neste fim de semana, a partir de sexta-feira no Teatro da Caixa !

Não percam!

A gente se encontra lá!

A “Cia Dos à Deux”, companhia brasileira formada pelos atores Artur Ribeiro e André Curti e criada na Franca há mais de 15 anos, traz para Brasília o consagrado espetáculo de teatro gestual Irmãos de Sangue, após temporadas no Rio de Janeiro e Belo Horizonte. No palco, a história de uma mãe e seus três filhos é repassada pelas memórias dessa família, numa alternância entre passado e presente que evidencia as diferenças que ultrapassam os laços familiares.





SERVIÇO

Espetáculo: Irmãos de Sangue

Grupo:Cia Dos à Deux

Data: 17/07/2015 a 19/07/2015

Horário: Sexta-feira e sábado, às 20h; domingo, às 19h

Horário da Bilheteria: Terça a sexta-feira e domingo, das 13h às 21h e sábado, das 9h às 21h

Local: Teatro da CAIXA 

Entrada: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo

Valor do Ingresso: R$ 20 e R$ 10 (estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos e doadores de agasalho). À venda a partir de 4 de julho

quinta-feira, 9 de julho de 2015

De graça: espetáculo PLAYLIST do MOVASSE - Coletivo de Criação em Dança (MG) no SESC Garagem pelo Palco Giratório!


PLAYLIST - ESPETÁCULO DE IMPROVISAÇÃO INTERATIVA - Minas Gerais
Duração: cerca de 50 min
Gênero: Dança
Classificação: Livre
Data: 09 de julho
Horário: 20 horas
Local: SESC Garagem (913 sul)

Sinopse: Playlist é uma obra a ser construída a cada apresentação. Fundamentadas em elementos definidos pelo público, quer seja na sorte ou por sua escolha, as improvisações se estabelecem através do uso da coletividade e da imaginação.
A produção da obra é baseada na autenticidade e na criatividade de seus integrantes. Deixar que o público escolha o tema da noite e também algumas composições cênicas permite a plateia participar como um norteador do espetáculo, tornando-o imprevisível e próximo ao lúdico destas pessoas.

Distribuição dos ingressos à partir das 19 horas na bilheteria do teatro.


sexta-feira, 19 de junho de 2015

Opção para este fim de semana em Brasília! Ajudando a divulgar!

Gente, não conheço o trabalho, mas olha que interessante : é teatro de animação feito com o corpo
(as mãos)!!!!!

Vamos lá conferir?

terça-feira, 9 de junho de 2015

Não haverá aula quarta, quinta e sexta ( dias 10,11 e 12/06/2015) extraordinariamente!

Queridos alunos,

Essa semana a partir de amanhã (quarta, quinta e sexta, ou seja, 10, 11 e 12/06)  não poderei dar as aulas pois vou precisar viajar. A Anti Status Quo  Companhia de Dança da qual sou diretora vai participar do Projeto Modos de Existir: intervenções no Sesc Santo Amaro em São Paulo com o trabalho Camaleões que acontece de 11/06 á 14/06.

Infelizmente não tive escolha quanto ao horário da passagem pra São Paulo. O último horário que tinha coincidiu com nossa aula de quarta! E apresentamos na sexta, então as aulas de quinta e sexta também ficarão suspensas! Mas vou planejar com todos vcs uma reposição ! Agradeço a compreensão e peço que espalhem a notícia! Semana que vem a partir do dia 15/06 tem aula normal!

Mando aqui mais informações sobre o evento do qual participaremos:

Camaleões -  Intervenção Urbana da Anti Status Quo Companhia de Dança 
Foto: Luciana Lara  Dançarinos: Robson Castro e Luara Learth 

Camaleões  - Anti Status Quo Companhia de Dança ou A.S.Q. Companhia de Dança

Dia 12/06 nesta sexta-feira

Horário: De 16 às 17h
Local: Rua Amador Bueno ( na frente do Poupatempo de Santo Amaro). São Paulo-SP 

Concepção e Direção: Luciana Lara

Desenvolvimento: Luciana Lara e bailarinos interventores
Dançarinos interventores: Camilla Nyarady, Cristhian Cantarino, Danilo Fleury, Luara Learth, Raoni Carricondo, Robson Castro e Vinícius Santana
Produção: Marconi Valadares
Fotos: Luciana Lara 



Para saber mais sobre o projeto Modos de Existir: intervenções e ver a programação acesse:


https://www.facebook.com/events/1643397272542497/ 


https://santoamaroemrede.wordpress.com/modos-de-existir/coletivos/o-projeto/


http://www.sescsp.org.br/programacao/61735_MODOS+DE+EXISTIRMODULO+5+INTERVENCAO#/content=programacao




Visite o blog da Companhia e saiba ainda mais: http://www.criacaoabertaantistatusquo.blogspot.com.br

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Aula normal na Quinta-feira feriado do dia 04/06 e sexta 05/06 !

Queridos alunos não deixem de vir à aula amanhã e depois da manhã! Vai ser normal apesar do feriado! Por favor venham de tênis amanhã!!!! Bjos