domingo, 11 de novembro de 2012
Fique de olho
Hoje tem muita dança! Tem a apresentação do Butoh no Mosaico e tem a apresentação de Souvenir do Dimenti numa casa no lago norte!
Semana do Butoh – Espetáculo + Oficina + Performance ao ar livre
O Mosaico abre o mês de novembro com uma semana dedicada ao Butoh. A dança oriental nascida durante o segundo pós – Guerra, no Japão, recupera as forças vitais do corpo, onde alma, emoções e experiências se revelam pelos gestos. Considerado como o grande nome do Butoh contemporâneo, Atsushi Takenouchi foi discípulo direto de Tatsumi Hijikata e Kazuo Ohno, fundadores do estilo, e chega pela primeira vez em Brasília, com sua companhia “Jinen Butoh”, que conta ainda com a sonoplasta Hiroko Komiya, para promover a Semana do Butoh, a convite do Mosaico. Atsushi Takenouchi desde 2002 vive na Europa, onde desenvolve projetos ligados à dança oriental com dançarinos e atores de todo mundo. Presença certa nos grandes festivais dedicados ao tema como o Festival de Avignon, Paris Butoh Festival e New York Butoh Festival, apresenta na capital brasileira a performance “Thousand drops, thousand flowers”, além de promover um workshop gratuito para artistas da cidade, onde o resultado final será uma apresentação no Parque Olhos D’água.
Visite o site de Atsushi: http://www.jinen-butoh.com/
Espetáculo “Thousand drops, thousand flowers”
Dias: 10 e 11/11 (sábado às 21h e domingo às 20h), no Espaço Mosaico.
Entrada Franca!
Classificação indicativa : 16 anos
Mil gotas caem do céu, Mãe Terra, por favor, abrace as gotas, dê a luz a mil flores. Inúmeras gotas caem do céu.Eu fecho meus olhos e respiro fundo... Sinto meu corpo vivo. Estou profundamente grato por estar vivo agora.
Em 11 de março de 2011, muitas pessoas sofreram e perderam suas vidas no terremoto na região de Tohoku no Japão. Naquela época eu estava lá. Se o epicentro do terremoto não tivesse sido em Tohoku, mas na região de Osaka - Quioto, eu estaria no lugar daquelas pessoas. Quando eu senti isso, um pensamento brilhou em meu coração: as pessoas que sofreram no terremoto enfrentaram essa difícil situação em nosso lugar. Pode ser que as pessoas que perderam suas vidas, e partiram em vez de nós, respirem agora. Ao mesmo tempo, se nossas vidas estão conectadas como as árvores estão conectadas, nós estaríamos ferindo ou perdendo parte de nosso corpo.
Se assim fosse, pessoas, animais e plantas que sofrem e morrem em guerras e desastres naturais em todo o mundo, continuam a perder suas vidas em vez de nós. Assim, poderiam tornar-se dor em nossos corpos. Como nós não existiríamos não fossem nossos pais, avós e ancestrais, se descermos as raízes dos nossos antepassados distantes, estaríamos ligados a uma mesma árvore. Nós estamos vivos, graças aos nossos antepassados e aos seres que perdem a vida ao redor do mundo. Ao mesmo tempo, continuamos a perder partes de nossos corpos. Temos esquecido que somos uma única árvore.
É por isso que eu quero dançar, quero recordar a vida que era parte de nós e que nos mantém vivos. E assim, a árvore que superou a dor dá a luz a mil flores e eu quero tocar essas flores, ainda que por um momento. Mil gotas caem do céu, as inúmeras gotas dão vida às árvores, elas dão flores. Inúmeras gotas caem do céu.
Atsushi Takenouchi
Workshop Jinen Butoh
Dias: de 12 a 16/11 (de segunda à sexta-feira, das 19h às 22h), no Espaço Mosaico.
Evento Gratuito!
Classificação indicativa: 16 anos
Como resultado do workshop, o grupo fará uma apresentação ao ar livre no Parque Olhos D’água, no dia 17/11, a partir das 15h.
O Mosaico abre o mês de novembro com uma semana dedicada ao Butoh. A dança oriental nascida durante o segundo pós – Guerra, no Japão, recupera as forças vitais do corpo, onde alma, emoções e experiências se revelam pelos gestos. Considerado como o grande nome do Butoh contemporâneo, Atsushi Takenouchi foi discípulo direto de Tatsumi Hijikata e Kazuo Ohno, fundadores do estilo, e chega pela primeira vez em Brasília, com sua companhia “Jinen Butoh”, que conta ainda com a sonoplasta Hiroko Komiya, para promover a Semana do Butoh, a convite do Mosaico. Atsushi Takenouchi desde 2002 vive na Europa, onde desenvolve projetos ligados à dança oriental com dançarinos e atores de todo mundo. Presença certa nos grandes festivais dedicados ao tema como o Festival de Avignon, Paris Butoh Festival e New York Butoh Festival, apresenta na capital brasileira a performance “Thousand drops, thousand flowers”, além de promover um workshop gratuito para artistas da cidade, onde o resultado final será uma apresentação no Parque Olhos D’água.
Visite o site de Atsushi: http://www.jinen-butoh.com/
Espetáculo “Thousand drops, thousand flowers”
Dias: 10 e 11/11 (sábado às 21h e domingo às 20h), no Espaço Mosaico.
Entrada Franca!
Classificação indicativa : 16 anos
Mil gotas caem do céu, Mãe Terra, por favor, abrace as gotas, dê a luz a mil flores. Inúmeras gotas caem do céu.Eu fecho meus olhos e respiro fundo... Sinto meu corpo vivo. Estou profundamente grato por estar vivo agora.
Em 11 de março de 2011, muitas pessoas sofreram e perderam suas vidas no terremoto na região de Tohoku no Japão. Naquela época eu estava lá. Se o epicentro do terremoto não tivesse sido em Tohoku, mas na região de Osaka - Quioto, eu estaria no lugar daquelas pessoas. Quando eu senti isso, um pensamento brilhou em meu coração: as pessoas que sofreram no terremoto enfrentaram essa difícil situação em nosso lugar. Pode ser que as pessoas que perderam suas vidas, e partiram em vez de nós, respirem agora. Ao mesmo tempo, se nossas vidas estão conectadas como as árvores estão conectadas, nós estaríamos ferindo ou perdendo parte de nosso corpo.
Se assim fosse, pessoas, animais e plantas que sofrem e morrem em guerras e desastres naturais em todo o mundo, continuam a perder suas vidas em vez de nós. Assim, poderiam tornar-se dor em nossos corpos. Como nós não existiríamos não fossem nossos pais, avós e ancestrais, se descermos as raízes dos nossos antepassados distantes, estaríamos ligados a uma mesma árvore. Nós estamos vivos, graças aos nossos antepassados e aos seres que perdem a vida ao redor do mundo. Ao mesmo tempo, continuamos a perder partes de nossos corpos. Temos esquecido que somos uma única árvore.
É por isso que eu quero dançar, quero recordar a vida que era parte de nós e que nos mantém vivos. E assim, a árvore que superou a dor dá a luz a mil flores e eu quero tocar essas flores, ainda que por um momento. Mil gotas caem do céu, as inúmeras gotas dão vida às árvores, elas dão flores. Inúmeras gotas caem do céu.
Atsushi Takenouchi
Workshop Jinen Butoh
Dias: de 12 a 16/11 (de segunda à sexta-feira, das 19h às 22h), no Espaço Mosaico.
Evento Gratuito!
Classificação indicativa: 16 anos
Como resultado do workshop, o grupo fará uma apresentação ao ar livre no Parque Olhos D’água, no dia 17/11, a partir das 15h.
Anotações dos colóquios de Andre Lepecki e Eleonora Fabião
Vamos compartilhar algumas frases, pensamentos, ideias, dúvidas e provocações?
Aqui vão algumas das minhas do colóquio de André lepecki ( Notem que apesar de estar entre aspas não quer dizer que foi exatamente assi que André falou... traduzi em minhas próprias palavras e entendimento)
Isabela, Marcela, Danilo e Lud postem algumas das suas anotações.... Não anotei nada no da Eleonora porque estava sem papel e caneta....
"O Dramaturgista é uma espécie de memória externa."
"Dramaturgia do não saber... Trabalhar por aquilo que está por vir"
"Movimento é um conceito da modernidade, o modernismo buscava a purificação ( na pintura o pigmento, na dança o movimento."
"Um ato parado é uma resistência, é uma intensificação, não é um niilismo, não é uma desistência ( em relação aos trabalhos dos coreógrafos cujos trabalhos exploravam movimentos pequenos e o não-movimento e a suspensão do tempo)
"Há uma opressão do movimento. Estamos condenados ao movimento"
"O ser para o movimento é uma hegemonia"
"O entendimento do carro é teológico- o máximo da questão do ser para o mvoimento"
"Temos que exaurir o projeto modernista que nos exaure."
"Qual o chão político do seu corpo?"
"Coreografia é a economia entre a feitura e o público"
Aqui vão algumas das minhas do colóquio de André lepecki ( Notem que apesar de estar entre aspas não quer dizer que foi exatamente assi que André falou... traduzi em minhas próprias palavras e entendimento)
Isabela, Marcela, Danilo e Lud postem algumas das suas anotações.... Não anotei nada no da Eleonora porque estava sem papel e caneta....
"O Dramaturgista é uma espécie de memória externa."
"Dramaturgia do não saber... Trabalhar por aquilo que está por vir"
"Movimento é um conceito da modernidade, o modernismo buscava a purificação ( na pintura o pigmento, na dança o movimento."
"Um ato parado é uma resistência, é uma intensificação, não é um niilismo, não é uma desistência ( em relação aos trabalhos dos coreógrafos cujos trabalhos exploravam movimentos pequenos e o não-movimento e a suspensão do tempo)
"Há uma opressão do movimento. Estamos condenados ao movimento"
"O ser para o movimento é uma hegemonia"
"O entendimento do carro é teológico- o máximo da questão do ser para o mvoimento"
"Temos que exaurir o projeto modernista que nos exaure."
"Qual o chão político do seu corpo?"
"Coreografia é a economia entre a feitura e o público"
Dança e política
Mais de Jerôme Bell
Assista até o final pois tem um bate papo com Jerome Bell depois ( em inglês ).... esta performance foi feita especialmente na Tate Modern em Londres para ser transmitida ao vivo pela internet. A galeria de arte contemporânea mais famosa de Londres teve essa iniciativa sem precedentes e convidou vários performers para apresentar seus trabalhos lá....
Esse trabalho de Jerome Bell esteve aqui em Brasília no Festival Internacional da Nova Dança há alguns anos atrás... Eu assiti e foi um pouco diferente porque as camisetas eram outras....
A discussão que ela provoca é muito boa! Divirtam-se... E logo abaixo postei outro trabalho do mesmo coreógrafo que é bem interessante tb...
Assista até o final pois tem um bate papo com Jerome Bell depois ( em inglês ).... esta performance foi feita especialmente na Tate Modern em Londres para ser transmitida ao vivo pela internet. A galeria de arte contemporânea mais famosa de Londres teve essa iniciativa sem precedentes e convidou vários performers para apresentar seus trabalhos lá....
Esse trabalho de Jerome Bell esteve aqui em Brasília no Festival Internacional da Nova Dança há alguns anos atrás... Eu assiti e foi um pouco diferente porque as camisetas eram outras....
A discussão que ela provoca é muito boa! Divirtam-se... E logo abaixo postei outro trabalho do mesmo coreógrafo que é bem interessante tb...
sábado, 10 de novembro de 2012
O vídeo de Jerome Belll: Veronique Doisneau
Um pouco de Jerome Bell que foi tão citado na fala do André Lepecki.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
DIMENTI em Brasília
Grupo
Dimenti, de Salvador, chega a Brasília com projeto COMBO! 4 intérpretes
criadores, 5 espetáculos diferentes e 5 locações distintas! Acompanhe a
programação!
Lembrando que KODAK, no sábado, é programa para
TODA A FAMÍLIA! Com classificação livre, é um espetáculo infanto-juvenil
que também agradará aos pais dos pimpolhos!
ENTRADA FRANCA!
sábado, 3 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Gente! Vampos fazer um flashmob?
A ideia foi da Viridiana!!!!! E acho que podia ser realmente muito legal... Mas merecia um tempo de preparo, é que nesse final de semana muita gente já tinha planos ou ia viajar... enfim... Vamos planejar na semana que vem e aí mais gente pode participar.... A exposição, como vcs podem ver no folder aí em cima, fica até dia 6 de janeiro, então tem muito tempo ainda... Pensei até em ir lá na exposição dar uma estudada nas possibilidades.... ver a questão das "proibições" e tudo mais.... O que vcs acham?
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Amanhã tem dança do DIMENTI na escadaria do hall de entrada da Secretaria de Cultura!
Como se freddie mercury
fosse cauby peixoto e cantasse barbra streisand na voz de caetano veloso
vestido de pequena sereia... Intervenção para acontecer em uma
“escadaria de diva”, Jorge Alencar propõe sexualidades como espaços para
o delírio.
Ficha técnica:
Concepção, criação e causação: Jorge Alencar
Colaboração artística: Neto Machado, Ellen Mello, Leo França, João Miguel, Isabel Ferreira
Ficha técnica:
Concepção, criação e causação: Jorge Alencar
Colaboração artística: Neto Machado, Ellen Mello, Leo França, João Miguel, Isabel Ferreira
Assistente de palco de luxo: Neto Machado ou Leo França
Look e make up: Neto Machado e Bruna Valente
Dublê para escadarias perigosas: Fábio Osório Monteiro
Administração: Rodrigo Machado
Para mais informações acesse
http:// comboprojeto.wix.com/bahia#
http://www.dimenti.com.br/
SERVIÇO:
Um Corpo que Causa
Dia: 08/11 - quinta-feira.
Horário: 19h00
Local: Secretaria de Cultura do DF (SCTN, Via N2, Anexo do Teatro Nacional - Hall de entrada)
ENTRADA FRANCA
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE
Informações: 3033-5487 ou 8138-8148
Look e make up: Neto Machado e Bruna Valente
Dublê para escadarias perigosas: Fábio Osório Monteiro
Administração: Rodrigo Machado
Para mais informações acesse
http://
http://www.dimenti.com.br/
SERVIÇO:
Um Corpo que Causa
Dia: 08/11 - quinta-feira.
Horário: 19h00
Local: Secretaria de Cultura do DF (SCTN, Via N2, Anexo do Teatro Nacional - Hall de entrada)
ENTRADA FRANCA
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE
Informações: 3033-5487 ou 8138-8148
sábado, 27 de outubro de 2012
Colóquios interessantísimos
CCBB abre espaço com projeto do Coletivo Irmãos Guimarães
CCBB inaugura novo espaço com projeto que contempla várias linguagens artísticas
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Ismael Monticelli
Rumor
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| No dia 1º de novembro,
Brasília ganha mais um espaço dedicado à cultura. O Centro Cultural
Banco do Brasil Brasília (CCBB) inaugura a Galeria 3 com o projeto
Espaço Entre, concebido pelo Coletivo Irmãos Guimarães. O objetivo do
projeto é criar um lugar de convivência, onde diálogos e trocas de
experiências sejam as atividades principais. Serão seis meses de programação intensa desenvolvida no CCBB com ações múltiplas e enriquecedoras, que buscam fomentar uma reflexão sobre a convergência entre linguagens artísticas diversas, além de sensibilizar a comunidade e profissionais para o cenário cultural da capital federal. “O Espaço Entre aborda uma importante função pedagógica ao aproximar criadores e pesquisadores de toda a comunidade, por meio das diversas atividades propostas. As ações contribuirão para a formação de um público participativo além de melhor preparado e mais confortável para ver-se e atuar como co-autor das proposições contemporâneas”, afirmam os irmãos Guimarães. O público terá acesso a duas exposições, 15 encontros com discussões em torno da arte contemporânea e seus desdobramentos, três colóquios, quatro demonstrações de trabalho, quatro oficinas, dois ensaios abertos do espetáculo Nada, dois ensaios abertos do videodança Nada se move e quatro ciclos de leitura – todos os eventos com entrada franca. Além disso, as apresentações do espetáculo Nada terão preços populares (R$ 6 a inteira e R$ 3 a meia-entrada). Vale destacar que o CCBB oferece, de terça-feira a domingo, transporte gratuito à comunidade. A primeira atividade do projeto Espaço Entre será a exposição Rumor, que marca a abertura da Galeria 3, no dia 1º de novembro. Trata-se de uma instalação com mais de quatro mil peças de vidro, uma cadeira vazia e um piano, dos artistas Adriano Guimarães, Fernando Guimarães e Ismael Monticelli. Em Rumor há uma economia que faz ecoar as obras de Samuel Beckett e Manoel de Barros. A "prosa de depois do fim do mundo", do dramaturgo irlandês e a documentação das insignificâncias, de Barros. “Essa é a provocação desse espaço obra. Muito do mesmo... Quase indefiníveis em suas particularidades,esses elementos de uma mesma coleção são vistos como um único elemento. Não há mais diferenciação. É quase uma nuvem, mas não transponível. A instalação tem uma tensão entre a eloquência barroca e o minimalismo daquilo que concentramuito de pouco”, afirma a curadora Marília Panitz. A mostra estará aberta ao público até 3 de fevereiro de 2013. Colóquios e Encontros No dia 3 de novembro, ocorrerá o colóquio de lançamento do segmento Nada Expandido, cuja proposta é promover conversas sobre a multiplicidade de linguagens e divulgar a programação. Em seguida, acontecerá a série Encontros, com discussões sobre literatura, dança, cinema, teatro, filosofia, artes visuais e performance. Os encontros estão marcados para os dias 6, 7, 8, 13, 20, 22, 27 e 29 de novembro, sempre às 19h30, com entrada franca mediante retirada de senha 60 minutos antes de cada atividade. A crítica de dança Helena Katz (SP) abrirá a série com mediação de Lenora Lobo, no dia 6 de novembro. Helena é professora no Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica e no Curso Comunicação das Artes do Corpo, na PUC-SP, onde coordena o Centro de Estudos em Dança. Lenora é coreógrafa, professora de dança, diretora cênica, bailarina, pesquisadora e escritora. Eleonora Fabião (RJ), performer e teórica da performance, é a atração seguinte. É professora adjunta e coordenadora do curso de Direção Teatral da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde leciona desde 1997. Lecionou, também, no Performance Studies Departament – na New York University, no Institute of Theater Studies – Freie Universität Berlin e no Acting Program – Norwegian Theater Academy. Ela falará ao público, com mediação de André Lepecki, no dia 7 de novembro. Lepecki é professor associado no Departamento de Performance Studies, na New York University, instituição onde concluiu seu doutorado. É curador, ensaísta e dramaturgo, além de autor do artigo Exhausting Dance: Performance and the Politics of Movement, traduzido atualmente para sete línguas. É palestrante convidado na Princeton University, Brown University, Universidade de Basel, Freie Universität, Museo Reina Sofia, MACBA, MoMA, entre outrasinstituições de ensino e culturais nos EUA, Europa e Brasil. Atualmente desenvolve trabalho sobre as relações entre escultura e dança. Participa no dia 8 de novembro, com mediação de Eleonora Fabião. No dia 13 de novembro, será a vez de Ciro Inácio Marcondes falar. Mestre em Teoria Literária pela UnB e doutorando na linha de pesquisa Imagem e Som na Faculdade de Comunicação da UnB, é professor de Cinema do Instituto de Ensino Superior de Brasília (IESB) e estuda o limite entre a poesia e o cinema. O mediador será Pablo Gonçalo, crítico,curador, ensaísta, pesquisador, professor e roteirista de cinema. O foco de sua pesquisa está nos diálogos intermidiáticos entre o teatro pós-dramático e ocinema contemporâneo. Em seguida, Esmir Filho – um dos mais talentosos diretores de cinema da nova geração – conforme já demonstrou em curtas (um deles em coautoria foi Tapa na Pantera, fenômeno na internet) – participará do bate-papo marcado para o dia 20 de novembro. A mediadora será Roberta Matsumoto, doutora em Letras e Ciências Humanas e professora da UnB. A diretora, dramaturga e atriz Christiane Jatahy fala ao público no dia 22 de novembro, na companhia de Rita Castro, professora da UnB e doutora em Antropologia pela USP. Christiane montou espetáculos, nos últimos anos, que dialogam com distintas áreas artísticas e novos dispositivos de criação. Em teatro, montou algumas peças que transitavam entre as fronteiras da realidade e da ficção, do ator e do personagem, do teatro e do audiovisual. Rita é professora no Departamento de Artes Cênicas do Instituto de Artes da UnB desde 1995, ondecoordena o grupo de pesquisa “Poéticas do Corpo”. É atriz-pesquisadora do grupo Teatro do Instante e pesquisadora colaboradora do Núcleo de Antropologia, Performance e Drama (Napedra) da USP. Giselle Rodrigues, professora do Departamento de Artes Cênicas e coordenadora do Curso de Licenciatura em Teatro à Distância da UnB, mestre em Arte Contemporânea pela mesma universidade que leciona e com especialização em coreografia pela London Contemporary Dance School, dividirá a mesa com Yara De Cunto, coreógrafa com passagem no Teatro Guaíra, que vem trabalhando com dança há mais de 30 anos, e fundadora de um dos primeiros grupos de dança de Brasília, o famoso Asas e Eixos. O encontro ocorrerá no dia 27 de novembro. O último bate-papo do mês, no dia 29 de novembro, ficará por conta de Gê Orthof, professor do Departamento de Artes Visuais da UnB e artista que realiza instalação, performance, vídeo e desenho. Ele terá a companhia de Marília Panitz, curadora e mestre em Arte Contemporânea: Teoria e História da Arte, pela Universidade de Brasília. Desde 1994, atua como pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. É crítica de arte e já publicou artigos em livros, jornais e catálogos. Oficinas Nos dias 19, 20, 22, 26 e 27 de novembro ocorrerá a oficina “Sobre um Corpo: ato e hiato”, no Sesc Ceilândia. O intuito é abordar a consciência e as dinâmicas corporais que concentram dois elementos essenciais: presença e ação. Estímulos externos serão os pontos de partida para a criação e transformação de ações físicas. O oficineiro será Leandro Menezes. Não recomendado para menores de 14 anos. Exibição de filmes A falta que nos move, dirigido por Christiane Jatahy e Os famosos e os duendes da morte, de Esmir Filho, serão filmes exibidos durante o projeto. O primeiro, nos dia 20, 23 e 24 de novembro, com classificação indicativa de 14 anos. O segundo poderá ser visto nos dias 21, 22 e 25 de novembro, com classificação indicativa de 16 anos. Ambos dialogam com os procedimentos utilizados no processo criativo do projeto Nada Expandido. A exibição dos filmes será sempre às 21h, no cinema do CCBB, com entrada franca. Serviço: Projeto Espaço Entre Projeto que visa fomentar uma reflexão sobre a convergência entre linguagens artísticas diversas, para promover a sensibilização da comunidade e profissionais para o cenário cultural da capital federal, por meio de ações variadas e enriquecedoras. Serão desenvolvidas duas exposições, 15 encontros, três colóquios, quatro demonstrações de processos criativos, quatro ensaios abertos, quatro ciclos de leitura, quatro oficinas, exibição de dois filmes e um espetáculo teatral. Data: De 1º de novembro de 2012 a 28 de abril de 2013 Local: CCBB (SCES Trecho 2, conjunto 22 - Brasília/DF) Tel: 61 3108-7600E-mail: ccbbdf@bb.com.br site: www.bb.com.br/cultura | www.twitter.com/ccbb_dfEntrada francaO CCBB disponibiliza ônibus gratuito, identificado com a marca do Centro Cultural. O transporte funciona de terça a domingo, saindo do Teatro Nacional a partir das 11h. |
Uns videozinhos para gostar ainda mais de dança contemporânea...
Ou não... rs
A Val Rocha publicou no meu mural no facebook, e eu trouxe pra cá pra compartilhar com vcs...
A Val Rocha publicou no meu mural no facebook, e eu trouxe pra cá pra compartilhar com vcs...
terça-feira, 23 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Butoh!
Semana do Butoh no Mosaico, de 09 a 17 de novembro!
Espetáculo + Oficina + Performance ao ar livre
É com enorme satisfação que o Mosaico abre o mês de novembro com uma semana dedicada ao Butoh. A dança oriental nascida durante o segundo pós – Guerra, no Japão, recupera as forças vitais do corpo, onde alma, emoções e experiências se revelam pelos gestos. Considerado o grande nome do Butoh contemporâneo, Atsushi Takenouchi foi discípulo direto de Tatsumi Hijikata e Kazuo Ohno, fundadores do estilo, e chega pela primeira vez em Brasília, com sua companhia “Jinen Butoh”, que conta ainda com a sonoplasta Hiroko Komiya, para promover a Semana do Butoh, a convite do Mosaico. Atsushi Takenouchi desde 2002 vive na Europa, onde desenvolve projetos ligados à dança oriental com dançarinos e atores de todo mundo. Presença certa nos grandes festivais dedicados ao tema como o Festival de Avignon, Paris Butoh Festival e New York Butoh Festival, apresenta na capital brasileira a performance “Thousand drops, thousand flowers”, além de promover um workshop gratuito para artistas da cidade, onde o resultado final será uma apresentação no Parque Olhos D’água.
Visite o site de Atsushi: http://www.jinen-butoh.com/

Espetáculo “Thousand drops, thousand flowers”
Dias: 09 e 10/11 (sábado às 21h e domingo às 20h), no Espaço Mosaico.
Entrada Franca!
Classificação indicativa: 16 anos
"Em 11 de março de 2011, muitas pessoas sofreram e perderam suas vidas no terremoto na região de Tohoku no Japão. Naquela época eu estava lá. Se o epicentro do terremoto não tivesse sido em Tohoku, mas na região de Osaka - Quioto, eu estaria no lugar daquelas pessoas. Quando eu senti isso, um pensamento brilhou em meu coração: as pessoas que sofreram no terremoto enfrentaram essa difícil situação em nosso lugar. Pode ser que as pessoas que perderam suas vidas e partiram em vez de nós, respirem agora. Ao mesmo tempo, se nossas vidas estão conectadas como as árvores estão conectadas, nós estaríamos ferindo ou perdendo parte de nosso corpo.
Se assim fosse, pessoas, animais e plantas que sofrem e morrem em guerras e desastres naturais em todo o mundo, continuam a perder suas vidas em vez de nós. Assim, poderiam tornar-se dor em nossos corpos. Como nós não existiríamos não fossem nossos pais, avós e ancestrais, se descermos as raízes dos nossos antepassados distantes, estaríamos ligados a uma mesma árvore. Nós estamos vivos, graças aos nossos antepassados e aos seres que perdem a vida ao redor do mundo. Ao mesmo tempo, continuamos a perder partes de nossos corpos. Temos esquecido que somos uma única árvore.
É por isso que eu quero dançar, quero recordar a vida que era parte de nós e que nos mantém vivos. E assim, a árvore que superou a dor dá a luz a mil flores e eu quero tocar essas flores, ainda que por um momento. Mil gotas caem do céu, as inúmeras gotas dão vida às árvores, elas dão flores. Inúmeras gotas caem do céu."
Atsushi Takenouchi

Workshop Jinen Butoh
Dias: de 12 a 16/11 (de segunda à sexta-feira, das 19h às 22h), no Espaço Mosaico.
Evento Gratuito!
Inscrição: até 03/11/12
Classificação indicativa: 16 anos
Para o Workshop, serão disponibilizadas, gratuitamente, 20 vagas a serem preenchidas mediante uma análise de currículo e carta de intenção, onde o candidato deverá explicar o porquê de seu interesse pelo Butoh, além de incluiros benefícios que o workshop trará ao seu processo artístico.
Os currículos (resumidos em uma página A4) e as cartas de intenção deverão ser enviados até o dia 03 de novembro para o e-mail mosaico.butoh@gmail.com e deverão conter dados para contato, como telefone, celular e e-mail. Os selecionados serão comunicados até o dia 05 de novembro.
Como resultado do workshop, o grupo fará uma apresentação ao ar livre no Parque Olhos D’água, no dia 17/11 às 17h.
É com enorme satisfação que o Mosaico abre o mês de novembro com uma semana dedicada ao Butoh. A dança oriental nascida durante o segundo pós – Guerra, no Japão, recupera as forças vitais do corpo, onde alma, emoções e experiências se revelam pelos gestos. Considerado o grande nome do Butoh contemporâneo, Atsushi Takenouchi foi discípulo direto de Tatsumi Hijikata e Kazuo Ohno, fundadores do estilo, e chega pela primeira vez em Brasília, com sua companhia “Jinen Butoh”, que conta ainda com a sonoplasta Hiroko Komiya, para promover a Semana do Butoh, a convite do Mosaico. Atsushi Takenouchi desde 2002 vive na Europa, onde desenvolve projetos ligados à dança oriental com dançarinos e atores de todo mundo. Presença certa nos grandes festivais dedicados ao tema como o Festival de Avignon, Paris Butoh Festival e New York Butoh Festival, apresenta na capital brasileira a performance “Thousand drops, thousand flowers”, além de promover um workshop gratuito para artistas da cidade, onde o resultado final será uma apresentação no Parque Olhos D’água.
Visite o site de Atsushi: http://www.jinen-butoh.com/

Espetáculo “Thousand drops, thousand flowers”
Dias: 09 e 10/11 (sábado às 21h e domingo às 20h), no Espaço Mosaico.
Entrada Franca!
Classificação indicativa: 16 anos
"Em 11 de março de 2011, muitas pessoas sofreram e perderam suas vidas no terremoto na região de Tohoku no Japão. Naquela época eu estava lá. Se o epicentro do terremoto não tivesse sido em Tohoku, mas na região de Osaka - Quioto, eu estaria no lugar daquelas pessoas. Quando eu senti isso, um pensamento brilhou em meu coração: as pessoas que sofreram no terremoto enfrentaram essa difícil situação em nosso lugar. Pode ser que as pessoas que perderam suas vidas e partiram em vez de nós, respirem agora. Ao mesmo tempo, se nossas vidas estão conectadas como as árvores estão conectadas, nós estaríamos ferindo ou perdendo parte de nosso corpo.
Se assim fosse, pessoas, animais e plantas que sofrem e morrem em guerras e desastres naturais em todo o mundo, continuam a perder suas vidas em vez de nós. Assim, poderiam tornar-se dor em nossos corpos. Como nós não existiríamos não fossem nossos pais, avós e ancestrais, se descermos as raízes dos nossos antepassados distantes, estaríamos ligados a uma mesma árvore. Nós estamos vivos, graças aos nossos antepassados e aos seres que perdem a vida ao redor do mundo. Ao mesmo tempo, continuamos a perder partes de nossos corpos. Temos esquecido que somos uma única árvore.
É por isso que eu quero dançar, quero recordar a vida que era parte de nós e que nos mantém vivos. E assim, a árvore que superou a dor dá a luz a mil flores e eu quero tocar essas flores, ainda que por um momento. Mil gotas caem do céu, as inúmeras gotas dão vida às árvores, elas dão flores. Inúmeras gotas caem do céu."
Atsushi Takenouchi
Workshop Jinen Butoh
Dias: de 12 a 16/11 (de segunda à sexta-feira, das 19h às 22h), no Espaço Mosaico.
Evento Gratuito!
Inscrição: até 03/11/12
Classificação indicativa: 16 anos
Para o Workshop, serão disponibilizadas, gratuitamente, 20 vagas a serem preenchidas mediante uma análise de currículo e carta de intenção, onde o candidato deverá explicar o porquê de seu interesse pelo Butoh, além de incluiros benefícios que o workshop trará ao seu processo artístico.
Os currículos (resumidos em uma página A4) e as cartas de intenção deverão ser enviados até o dia 03 de novembro para o e-mail mosaico.butoh@gmail.com e deverão conter dados para contato, como telefone, celular e e-mail. Os selecionados serão comunicados até o dia 05 de novembro.
Como resultado do workshop, o grupo fará uma apresentação ao ar livre no Parque Olhos D’água, no dia 17/11 às 17h.
ESPAÇO CULTURAL MOSAICO - SCRN 714/15 - Bloco: D - Loja: 16
Telefone: +55(61)30321330
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
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